sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Não basta chegar

 Não basta chegar. É preciso chegar e não se calar.
 Não basta chegar. É preciso chegar e não desanimar.
 Não basta chegar.  É preciso chegar e saber que rumo tomar.

 Não basta chegar.  É preciso chegar e a sorte encontrar
 Não basta chegar, apenas chegar não basta.
 É preciso chegar e não abdicar.
 É preciso chegar e os sonhos não abandonar

sábado, 14 de julho de 2012

Insucesso

E o que resta fazer quando não há mais a mínina pungência de forças interiores para seguir a diante? Nesse justo instante em que apenas a desolação e a celeuma de pensamentos terríveis vêm à mente. Essa mesma mente que um dia já foi serena e habitava alguma noção daquilo que costumamos chamar de esperança... Deveras pretensioso desperdiçar linhas com o insucesso não? Basta dar uma olhadela nas prateleiras de livro de autoajuda que habitam as livrarias das megalópoles. Meus caros, infelizmente não há espaço para devaneios e insucessos nessa sociedade. Escondam as fraquezas, varram-na para debaixo do tapete! Por favor, transpareçam firmeza e palavras de positividade aos subconscientes, melhor não contrariar às regras da Neurolinguagem ! Pense positivo e seu mundo será um reduto de coisas boas... Ah, sejam pró ativos, a competição é grande! Eis um discurso pronto que habita o consciente das pessoas. Não cabe nesse contexto, o pessissismo, a tristeza, a desolação mesmo que a vida costume ser deveras sórdida. Clamai pela veracidade meus caros, por favor, acordai! Ao menos nos sentimentos... O espaço para a tristeza, para a fraqueza, para a inconstância e todos esses sentimentos que aos olhares mais monitorados pelo sistema tratam-se de meros sinônimos de falta de vontade ou no melhor dos casos de baixa auto-estima e certas coisas que o valham sempre fizeram parte da notável dualidade que compõe os seres-humanos. Freud já afirmava Somos feitos de carne e ossos, mas temos que nos comportar como se fossemos feitos de ferro”. Eis o terrível dilema que nos cercou, cerca e cercará. Não pense que acho incrível tais sentimentos quase impronunciáveis. Apenas acho mais dignos do que terríveis mazelas sociais. “Perdoem-me” os corruptos, antiéticos, sugadores, mas gostaria que nossa sociedade voltasse seus olhares para aquilo que não faz mal algum ao bem –comum e que aos poucos corroí algumas almas aniquilando-as, pelo simples fato de sofrerem com as incomensuráveis dores do mundo. O insucesso faz parte da essência humana. O estado de tristeza e outros tantos aqui mensurados também. Tema mais aos desprovidos de escrúpulos do que os doentes da alma. Evite a famigerada busca pelo sucesso. Questione se este modelo é realmente compatível com seus ideais, não traia suas convicções.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Meio-Ambiente em Ilhabela

Não é de hoje que Ilhabela encanta seus visitantes, prova disso é a frase que Américo Vespúcio afirmou quando esteve de passagem em terras ilha-belenses ‘’Se realmente existisse um paraíso na Terra, certamente estaria muito próximo a esta região’’. Bem passaram-se muitos anos desde a chegada de Vespúcio, mas sua frase encaixa-se perfeitamente com a cena que hoje pode ser observada. Considerada um santuário ecológico com natureza exuberante, praias de águas cristalinas, cachoeiras, piscinas naturais e tudo isso rodeado por muito verde da Mata Atlântica; é o único município arquipélago marinho brasileiro localizado no norte do estado de São Paulo. Ao todo compreende 12 ilhotas (Das Cabras, Sumítica, Castelhanos, Lagoa, Figueira e Enchovas) e as ilhas de São Sebastião-(onde se encontra a área urbana do município), Búzios, da Vitória e dos Pescadores A ilha encontra-se separada do continente pelo canal Toque-Toque, possui 150 Km de costa divididos em 42 praias. A parte voltada para o continente possui mar tranqüilo e a parte voltada ao Oceano é uma reserva ecológica com 27.025 halqueres de área tombada abrigando enormes trechos da Mata Atlântica, cerca de 300 cachoeiras e muitas trilhas. O clima da região é subtropical com presença de massas de ar quente e fria simultaneamente bem distribuídas ao ano. Com temperaturas médias de 22, 23 graus. Localiza-se a 210 Km de São Paulo pelas rodovias SP 99 E BR-111, seu ponto mais alto é o pico de São Sebastião com 1.378 m. Limita-se a oeste com o canal de São Sebastião e a leste com o Oceano Atlântico. E sua hidrografia é composta pelos seguintes rios: Rio Perequê
• Ribeirões: do Cego, das Tocas, de Água Branca, do Zabumba, da Corrida, da Laje, Bonete, Enchovas, Castelhanos, Riscada e Poço e sua área total segundo o IBGE é de 348,3 km², a ilha de São Sebastião possui 337,5 km², sendo a moir ilha marítima brasileira, superada apenas pela de Santa Catarina. A distância entre o extremo sul e o extremo norte da ilha é de mais de 22 km.

Mata Atlântica:


Espalhada ao longo da costa atlântica a Mata Atlântica é um complexo conjunto de ecossistemas de grande importância por abrigar uma parcela significativa da diversidade biológica do Brasil, reconhecida nacional e internacionalmente no meio científico sendo considerada a floresta mais diversificada do planeta. O elevado índice de chuvas ao longo do ano permite a existência de uma vegetação rica, densa, com árvores que chegam a 30m de altura como: jequitibá-rosa, quaresmeira, palmito, jacarandá, pau-ferro, murici, jambo, jambolão, xaxim, paineira, manacá-da-serra, figueira, angico, guapuruvu, maçaranduba, ipê-amarelo, jatobá, imbaúba, canela-amarela, são os destaques dessa floresta







Vegetação:

Floresta latifoliada tropical:] É a mesma floresta úmida da encosta, mas se desenvolve nas vertentes das serras, à retaguarda do mar, não influenciadas diretamente pela umidade marítima. Muito densa, apresenta espécies bastante altas e de troncos grossos. No entanto, quando se desenvolve em solos areníticos, ou de calcário, o aspecto da floresta modifica-se completamente: ela se torna menos densa, com árvores mais baixas e de troncos finos. Quase inteiramente devastada, por possuir solos férteis para a agricultura, restam, de sua formação original, apenas, alguns trechos esparsos.
O nome latifoliada deriva do latim (lati = "largo") e indica a predominância de espécies vegetais de folhas largas.
Fonte: Wikipedia




Floresta Atlântica:

Floresta Atlântica é uma floresta tropical plena, associada aos ecossistemas costeiros de mangues nas enseadas, foz de grandes rios, baías e lagunas de influência de marés, matas de restinga nas baixadas arenosas do litoral, às florestas de pinheirais no planalto, do Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, e ainda aos campos de altitude nos cumes das Serras da Bocaina, da Mantiqueira e do Caparaó.

A maior parte das espécies da fauna e da flora brasileira, em vias de extinção, são endêmicas à Floresta Atlântica

Fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./natural/index.html&conteudo=./natural/biomas/mataatlantica.html
Manguezal:
Bastante encontrado em ecossistemas litorâneos cumprem os importantes papéis de absorverem a ação diuturna das marés de água salgada ou salobra, de estabilizarem terrenos, de constituírem ricos berçários naturais e de exportarem nutrientes para ecossistemas adjacentes. Propiciam abundância de alimento para muitas espécies marinhas e também alimentam a produção pesqueira humana
diuturna das marés de água salgada ou salobra, de estabilizarem terrenos, de
constituírem ricos berçários naturais e de exportarem nutrientes para ecossistemas
adjacentes.

Fonte: Secretária do meio ambiente de São Paulo




Parque Estadual de Ilha Bela:

Criado em 1977 tem como objetivo garantir a proteção dos remanescentes da Mata Atlântica. Ao todo o Parque compreende 27.025 hectares que englobam 85% do município de Ilha Bela, a Ilha de São Sebastião, as ilhas de Búzios e Vitória. Em 1985 todas as ilhas do arquipélago de São Sebastião foram tombadas e incorporadas . Existe apenas uma região em que a construção de casas é permitida na área que vai da Ponta de Canas no norte à ponta do Sela ao sul. Ao longo do parque encontram-se diversas praias exuberantes, cristas, picos de montanha, córrego, riachos, cerca de 300 cachoeiras além de ilhas e ilhotas que abrigam diversificada fauna e flora. Características essas que fazem a região apresentar enorme potencial turístico. A abertura da Rodovia Rio-Santos (BR-101) foi essencial para o estabelecimento da região como pólo turístico, alterando substancialmente a paisagem.
Conversamos com Carolina Bio Poletto, chefe de unidade de conservação responsável pelo Parque Estadual de Ilhabela desde junho de 2007 e ela nos explicou que existem 2 categorias que preconizam a legislação federal: as de proteção integral que não prevê nenhum uso direto de seus recursos, apenas uso indireto que é utilizar a área protegida, unidade de conservação para fins educacionais, de Turismo, recreação e pesquisa científica, da mesma forma que não permitem uso direto de verbas, não é permitida ocupações de condomínios e levantamento de casas, então hoje no Parque principalmente na faixa do canal há poucas ocupações e loteamentos e condomínios não existem . As de uso sustentável já permitem o uso do recurso, uma roça, plantio, extração de madeira, dentro de cada um desses grupos existem várias categorias as APAS (Áreas de proteção ambiental) que são do grupo de uso sustentável dentro de proteção integral tem os parques, estações ecológicas. O parque é definido por cotas altimétricas ele compreende 12 ilhas todas do arquipélago de São Sebastião são incluídas na área do parque. No canal começa na cota de 200 m da faixa de marinha no nível do mar 200m de altitude pode ser construído é área do município que segue o Plano Diretor. Na Costa Oeste da ilha da Ponta das Canas a Ponta da Sela o parque começa na costa 200 quando ele vira a Ponta da Sela e vai até logo depois da praia de Indaiatuba está na costa 100, ele desce para os 100 m de altitude, ganha-se uma área de Parque. O município fica numa faixa mais estreita. , da mesma forma que da Ponta das Canas até um ponto antes da praia da Figueira, baía de Castelhanos vai ficar na Costa 100 m então o parque da Praia da Figueira até chegar na praia de Indaiaúba o parque é cota 0. As outras ilhas são 100% pertencentes ao parque: Vitória, Serraria, Búzios. Há comunidade de caiçaras em Vitória , Búzios, Figueira e Saco do Sombrio, todas essas comunidades caiçaras estão morando dentro do parque, estão inseridas, são 5 comunidades tradicionais caiçaras dentro do Parque. Com comunidade caiçara a lei é um pouco diferente do que com os outros tipos de ocupação, então os caiçaras que já estavam morando nessa área quando foi criado o parque tem o direito de morar nessa região , eles não serão removidos de lá, e é necessário manter a qualidade de vida, tem como, por exemplo, garantia de qualidade de água, saúde, educação, há escolas, projeto de saneamento básico. O SNO que é essa lei federal diz que não pode morar ninguém, nem comunidade, mas até há planos de manejo, como se fosse o Plano Diretor. As comunidades que já estavam morando dentro dessa área têm o direito de permanecer e tem o direito de viver de seus costumes, da sua subsistência. O pessoal de Búzios e Vitória vive da pesca, mas do plantio também, tem casa de farinha, eles plantam mandioca lá. Aqui na faixa do canal não havia comunidade morando dentro da área do parque. Mesmo Castelhanos não chega na costa 100, a comunidade, está bem perto da praia, muitas pessoas acham que as unidades de conservação acabaram com a cultura caiçara mas onde que tem comunidades caiçaras vivendo com seus costumes, seu modo de vida mais tradicional é dentro delas.

O passeio pelo Parque inclui uma série de atividades que permite ao visitante desfrutar das maravilhas naturais que rodeiam a região. Aqueles que desejam observar a rica biodiversidade da Mata Atlântica podem iniciar a visita com a trilha da água branca, com 2.145 m de extensão. Ao longo do percurso podem ser avistadas inúmeras espécies de pássaros e não para por aí, cachoeiras e piscinas naturais de águas cristalinas também fazem parte do agradável roteiro. Foram identificadas no Parque 248 espécies de mamíferos e 53 espécies de anfíbios e répteis, boa parte restrita especificamente ao ecossistema local (espécies endêmicas). Além disso, 14 dessas espécies de aves, 8 espécies de mamíferos, 6 espécies de répteis, 1 espécie de anfíbio e 1 espécie de invertebrado estão incluídas na relação da fauna brasileira de extinção. Complementa-se a função faunística do Parque com sua utilização como ponto de descanso e alimentação de uma enorme variedade de espécies migratórias de longa, média e curtas distâncias. No primeiro caso estão aves como as batuíras e os maçaricos, provenientes do hemisfério norte, e os albatrozes, provenientes de ilhas subantárticas, além dos trinta-réisde bico vermelho. Já entre os mamíferos destaca-se a presença das três espécies de baleias e, entre os répteis, de 5 espécies de tartarugas marinhas. Entre os migrantes de média distância encontram-se aves como as guaracavas, marias-cavaleiras e tesourinhas, provenientes do planalto central brasileiro, e mamíferos como a toninha e o boto, vindos das regiões do sul do trópico de Capricórnio. E, entre os migrantes de curta distância, há aves que realizam apenas deslocamentos de altitude, como o beija-flor-preto-e-branco e outra vindas do Sul, como o caminheiro. Sua flora é composta por: árvores centenárias como bromélias, caraguatás e orquídeas).
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Faces de Ilhabela (BOX)
A Prefeitura de Ilhabela em parceria com o Parque Estadual apresenta a mostra ‘’Faces de Ilhabela’’ no antigo Fórum na Vila. Ao todo são 5 ambientes com exposições que retratam a história, meio ambiente e cultura.Na sala ‘’Caminhos da Mata’’ é possível encontrar os atrativos naturais do Parque Estadual de Ilhabela na sala ‘’ Povo e Tradição ‘’ encontram-se as comunidades caiçaras bem como suas tradições , na sala ‘’Bichos dos Arquipélago’’ , a rica fauna existe no município e na sala a ‘’Mata’’, uma passagem pela vasta área de Mata Atlântica que compõe o arquipélago. Vale a pena conferir!

Santuário Ecológico da Ilha de Cabras:
Localiza-se na ponta sul da ilha das Cabras, a menos de 2 Km da balsa, encontra-se a 7 m de profundidade. Sua criação foi em 1992 com o objetivo de proteger a fauna e flora marinha da costa sul de Ilhabela que estava sendo ameaçada predatoriamente por alguns mergulhadores. Lá podem ser encontrados diversos peixes coloridos, algas e corais.

Fauna:

Tangará:
Tangará é conhecido no Brasil desde o século XVII, quando um naturalista de nome Macgrave visitou nosso País e descreveu inúmeros representantes da nossa fauna e flora. Esta ave da um toque latino-americano à América do Norte durante a primavera e o verão. A maior parte das 200 espécies de tangarás vive na América Central e do Sul, embora existam 4 espécies que procriam nos Estados Unidos e Canadá.
O macho, durante a época de acasalamento, apresenta cores brilhantes, enquanto as fêmeas são menos vistosas. Depois da temporada de acasalamento, a plumagem do machos de tangará norte-americano são vermelhos, mas o tangará que habita as montanhas do oeste do EUA é amarelo com asas pretas e rastro vermelho.
Há tangarás menores que um pardal e outros maiores que uma pega. Todos têm bico cônico. O tangará raramente pousa no chão, passando a maior parte do tempo em árvores ou arbustos. Alimenta-se de frutas, grãos, sementes e insetos. Algumas espécies vivem em bandos; outras são solitárias. O nome tangará vem do tupi tãga 'rá.

Fonte:
http://www.saudeanimal.com.br/tangara.htm
Pica-pau:

O pica-pau é uma ave da ordem Piciformes, família Picidae, de tamanho pequeno a médio com penas coloridas e na maioria dos machos com uma crista vermelha. Vivem em bosques onde fazem seus ninhos abrindo uma cavidade nos troncos das árvores. Alimentam-se principalmente de larvas de insetos que estão dentro dos troncos de árvores, alargando a cavidade onde se encontram as larvas com seu poderoso bico e introduzindo sua língua longa e umedecida pelas glândulas salivares. Os ninhos são escavados em troncos de árvores o mais alto possível para proteção contra predadores. Os ovos, de 4 a 5, são chocados pela fêmea e também pelo macho durante até 20 dias, dependendo da espécie

Araponga:

A Araponga é conhecida em todo o Brasil pelo seu grito alto e estridente. Fora de São Paulo, em outras regiões do país, ela é conhecida por Guiraponga, Ferreiro ou Ferrador, sendo que esses dois últimos nomes vêm do seu grito, que imita com perfeição o trabalho de um ferreiro, primeiramente com uma lima e a seguir com a batida estridente de um martelo sobre a bigorna. O nome Araponga é indígena e vem de ara (ave) e ponga (soar).
Fonte: http://www.petbrazil.com.br/bicho/aves/araponga.htm

Caxinguelê:
É um roedor de ocorrência em áreas florestadas, de habitat preferencialmente arborícola de hábitos diurnos. Sua cauda é bem peluda, servindo como uma espécie de pára-quedas quando salta de galho em galho. Alimenta-se principalmente de frutos e mora nos ocos de árvores.

Cururuá:
Animal endêmico de Ilhabela é um rato peludo que vive na restinga arbórea.


Flora:

Sabambaias: São muito encontradas nas áreas cobertas por Mata Atlântica. sabambaias” na língua tupi significa “o que torce em espiral” (em alusão as sua folhas). Na Ilha é comum encontrar espécies junto aos barrancos e pedras, principalmente próximos a cachoeiras.

Parque Jardim Tropical :
Compreende uma área natural com mais de 15.000 km2 conhecida por suas cascatas e seus três lagos. Conta com uma zona de descanso, quiosque e churrasqueria.


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Parque Municipal das Cachoeiras

O Parque das Cachoeiras é a primeira Unidade Municipal de Preservação de Ilhabela, e faz parte de um projeto que prevê uma série de ações promovidas pelo poder público municipal em parceria com o Governo do Estado, que tem como objetivo minimizar os efeitos do preocupante crescimento e desenvolvimento da região.

Tendo como principais vilões a ocupação desordenada e a especulação imobiliária, a preservação de Ilhabela deixou de ser uma preocupação apenas pública para se tornar tema de discussão entre a sociedade, que viu a população do arquipélago saltar de 13 mil para mais de 26 mil habitantes em apenas 15 anos e que sabe, sobretudo, que a cidade não tem condições estruturais para continuar crescendo neste ritmo.



Conscientização

Este é o tema que hoje norteia a maioria das atividades realizadas dentro do Parque das Cachoeiras, que abriga também a sede da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, localizada dentro da antiga Usina Hidrelétrica que abastecia o município até o final da década de 70 e vem sendo visitado por muitas escolas de dentro e fora do município e convidam o visitante a fazer uma viagem pela biodiversidade da Mata Atlântica. incluindo passeios pelas trilhas, visitas às cachoeiras

Praias:

As praias mais urbanizadas ficam do lado continental da ilha (oeste). No lado oceânico (leste) ficam belas praias desertas e vários navios naufragados.

Praias do Centro :

Praia do Perequê:
É uma das maiores da ilha e devido sua exuberante beleza; uma combinação de mar azul, areias claras e altos coqueiros atrai um número alto de freqüentadores principalmente na temporada quando acontecem muitos eventos.

Praia de Itaguassu:

Praia tranqüila, ideal para a prática de exercícios físicos ou desfrutar das inúmeras opções de bares, restaurantes e quiosques ali encontrados.

Praia de Itaquanduba :
Sua denominação possui origem tupinambá e significa’’pedra que rola’’. Atualmente abriga a Marina Porto de Ilhabela e é indicada para a prática de vela e canoagem e possui apenas 100m de extensão.

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Praia da Vila:

Situa-se no centro histórico de Ilha Bela sendo mais freqüentada nos dias de maré baixa quando aparecem pedras junto aos coqueiros, criando um visual de arrancar suspiros de entusiasmo dos visitantes

Praia do Engenho D’ Água:


É assim nomeada porque nela existe um antigo engenho de cana-de açúcar, patrimônio histórico da cidade, rodeada por coqueiros e chapéus de sol, é bem tranqüila o que favorece a prática de esportes náuticos.






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Praia Pontal do Pequeá:
Bastante freqüentada, é indicada para a prática de esportes náuticos como canoagem, mergulho e natação


Praia do Saco da Capela:
Abrigada das correntezas e ventos, inúmeros veleiros e lanchas que estão atracados nas águas tranqüilas em frente ao Pindá Yacht Clube.

Praia de Santa Tereza:
Conhecida como praia dos pescadores, lá o visitante pode comprar peixe fresco todos os dias.




Praias do Norte:

Praia Mercedes:
Localiza-se a 2,5 Km ao lado norte da Vila, e ao 8,5 Km da balsa. Não é muito conhecida por localizar-se atrás dos muros de um grande hotel. Ideal para banhos de mar, mergulho, esqui e iatismo


Praia da Siriúba:
Tranqüila e pouco freqüentada esconde no canto da praia uma igrejinha entre as pedras. O pôr do sol ao entardecer da tarde vale a visita.

Pedra do Sino ou Guarapocaia:
Palco de lendas em especial uma que deu origem a seu nome. Lá a faixa de areia é coberta por altas palmeiras e coqueiros distribuídos pela praia.



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Ponta de Azeda:
Localiza-se a apenas 5 Km do centro de Ilha Bela , localizada ao norte da ilha possui 150 m de extensão


Praia do Pinto:
Localiza-se 6Km ao norte da Vila. Antigamente era uma colônia de pesca que foi substituída por um condomínio de casas de veraneio. É indicada para esportes náuticos.



Praia da Armação:
Localiza-se ao lado do farol da Ponta das canas, cortada por dois riachos é uma das mais freqüentadas pelos amantes de esportes náuticos

Praia da Pacuíba:
Possui 50 m de extensão. O acesso ao local é feito por uma pequena trilha


Praia do Jabaquara:
Bem preservada , rodeada de árvores e cortada por dois riachos, um em cada extremidade.

Praia do poço:

Localiza-se após a praia de Jabaquara e seu acesso é feito através de trilha. Nela encontra-se um poço natural que deu origem ao nome da praia. Com 50 m de extensão é desabitada e primitiva abrigando ainda um sítio arqueológico.



Praia da Fome:

Possui 150 m de extensão, seu acesso é dado através de trilha ou mar. Cortada por dois riachos é ideal para a prática de esportes náuticos e mergulho. Foi o principal ponto de tráfico de escravos e assim se chama porque ali os escravos eram alimentados depois da longa viagem da África para depois serem comercializados conforme seu peso.

Praia do Barreiro:
Possui aproximadamente 600m de extensão sendo uma das maiores praias voltadas para o continente. Indicada para esportes náuticos.


Praias do Leste:

Praia da Serraria:
Possui 100 m de extensão e pode ser acessada por mar ou trilha de alto grau de dificuldade partindo da praia de Jabaquara. Muito visitada por mergulhadores. De frente a praia encontra-se a Ilha da Serraria, local propício para a pesca esportiva e mergulho

Praia do Saco de Eustáquio:
Ideal para mergulho devido as suas águas transparentes. Possui sua orla cortada por um riacho e uma vila de pescadores, onde existe uma colônia de cultivo de mosquitos.



Praia da Caveira:
Praia deserta com cerca de 50 m de extensão. Localiza-se ao lado leste da ilha, e seu acesso é dado por mar ou trilha a partir da praia de serraria. Devido a clareza de suas águas é considerada ideal para o mergulho e pesca. Possui esse nome devido ao fato terem sido encontrados na região muitos corpos dos inúmeros naufrágios que aconteceram na região.

Praia da Guanxuma:
É a menor praia da ilha com apenas 15 m de extensão. O acesso é feito pelo mar ou por trilhas que saem da Praia do Eustáquio e Caveira. Abriga uma comunidade com algumas famílias e também uma escola de ensino fundamental



Praia de Castelhanos:
No passado, o local era usado como refúgio de piratas. Ao todo possui 2 Km de extensão coberto com enorme faixa de careia branca, dois riachos transparentes e uma enorme cachoeira.

Praia do gato
Praia de tombo com mar bem agitado o que a torna imprópria ao banho devido a quantidade de pedras encontradas, indicada para mergulho e pesca

Praia Mansa:
Possui 250 m de extensão e como seu próprio nome diz á água é mansa. Indicada para a prática de caça submarina abriga uma escola e uma câmara fria onde os peixes são estocados.

Praia Vermelha:
O acesso a essa praia é feito através de uma trilha de 5Km a partir da praia de Castelhanos. Lá vive uma comunidade que conserva antigos costumes sobrevindo através da pesca. É ideal pra mergulho e pesca


Praia da Figueira:
Localizada dentro do Parque Estadual de Ilhabela, em uma pequena bacia dos Castelhanos. Sua extensão é pequena e o acesso a ela se dá através de trilhas a partir da praia de Indaiatuba.Ideal para mergulho, pesca e esportes náuticos devido á sua água mansa.

Praia do Saco do Sombrio:
A praia guarda lendas de tesouros enterrados por piratas franceses, ingleses e holandeses que ali se refugiavam, o mais famoso foi Thomaz Cavendish que após saquear a cidade de Santos em 1592, acabou enforcado por seus marinheiros que seriam estes os antepassados dos caiçaras de olhos azuis.


Praias do Sul:

Praia de Indaiaúba :

Escondida no meio da mata Atlântica possui vários pontos indicados para a pesca de linha.

Praia das Enchovas:
Fica entre Bonete e Indaiauba . Possu cerca de 600 m de areia monazítica grossa e amareladas e muitas pedras roliças. Sendo uma das praias mais extensas da ilha.

Praia do Bonete:
É conhecida internacionalmente como uma das praias mais belas. O acesso a ela é feito por mar ou trilha com duração de 4 horas. Rio, cachoeira e muito verde fazem dessa praia um lugar ideal para descanso.


Praia do Veloso:
Possui 15 m de extensão, com areias pretas é propicia para o mergulho e nela encontram-se os navios ‘’Tritão ‘’ e ‘’ Dorth’’ , náufragos em 1984. É rodeada com vegetação de mata arbustiva e árvores frutíferas.


Praia do Curral:

Uma das praias mais freqüentadas e procuradas da ilha. Um dos atrativos mais belos é o pôr - do sol
Praia Grande:
Distante apenas 6 Km do lado sul da balsa conta com camping, quadra de futebol e basquete é ideal para a pratica de esportes, divertimentos nos diversos bares e restaurantes e deliciosos banhos de mar.





Praia do Julião ou prainha:
Escondida entre as praias Grande e Feiticeira; águas transparentes e calmas, ideais para banho e mergulho; acesso por trilha desde a avenida principal ou pela costa, a partir da Praia Grande ou da Feiticeira

Praia da Feiticeira:
Se localiza a 5 km da balsa ficando entre a praia do Portnho e a praia do Julião, possui 250, de areias grossas em formato de tombo, 2 cachoeiras que desaguam entre a praia e a costeira sul. Antigamente abrigava um engenho , onde hoje é a Fazenda São Mathias . Seu casarão tem estilo colonial , e ocupa toda a ponta esquerda da praia.

Praia do Portinho:
Seu acesso pelo mar é perigoso devido à quantidade de pedras que se escondem debaixo das águas limpas e claras desta praia. Nela encontra-se capela de Santo Antônio, casinhas de pescadores, canoas de madeira.

Praia da Pedra Miúda (Ilha de Cabras):
É nessa praia que se localiza o Santuário Ecológico Submarino protegido por lei da pesca e caça submarina Possui esse nome em virtude das pedras que são encontradas no fundo do mar.



Praia Oscar:
Possui 30 m de extensão e uma enorme pedra toma conta da praia.

Praias Oeste :
Praia Grande:
Distante apenas 6 Km do lado sul da balsa conta com camping, quadra de futebol e basquete é ideal para a pratica de esportes, divertimentos nos diversos bares e restaurantes e deliciosos banhos de mar.




Praia de Eustáquio:
Ideal para mergulho devido as suas águas transparentes. Possui sua orla cortada por um riacho e uma vila de pescadores, onde existe uma colônia de cultivo de mosquitos.






Cachoeiras:
Cachoeira do Veloso:
Fica na praia do mesmo nome.
Com 60 metros de altura de queda
25 minutos de caminhas no meio da Mata Atlântica com trilha, na maioria dos trechos, estreita. Cuidado especial com a vegetação, pois encontramos urtigas. (Box)
Própria para banho com piscina natural, não oferecendo perigo aos banhistas
Sua estrutura causa impacto pelo deslumbre da visão majestosa da queda.
Pertence ao Parque Estadual de Ilhabela.

Animais: cobra preta, não peçonhenta, alimenta-se de barata, rato, caninana (Box – foto inter), preta da cabeça amarela, mais de 2 metros, mansinha que dá até para pegá-la, tem também o cachorro lobinho, vira lata, que acompanha os visitantes pela trilha.


Box Urtiga:
Conhecia só como uma planta que encostou, queimou e a parte que passa fica muito irritada e ardida. A Urtiga queima para se proteger de quem quer destrui-la, Suas propriedades medicinais são bastante conhecidas. Ela é adstringente, anti-radicais livres, anti-seborréica, anti-séptica, antiescorbútica, antioxidante, bactericida, depurativa, estimulante, hemostática, hipoglicémica, revitalizante, revulsiva, tónica, vasoconstritora, tonificante capilar.




Cachoeira da Toca:

Localiza-se no interior de uma fazenda também denominada Toca. Localiza-se a 5 km da balsa a caminho de Castelhanos. Abriga uma gruta ao lado da queda d’água, de onde sai um rio. Possui três metros de altura e um escorregador natural de 50 metros de extensão.


Cachoeira da Água Branca
Suas águas antigamente moviam a turbina da usina que fornecia energia para Ilhabela. Situa-se próxima a balsa e possui mais de 60 m de queda.


Cachoeira do Gato
O acesso é feito através de trilha de meia hora a partir da praia de Castelhanos é a maior cachoeira de Ilhabela com aproximadamente 80 m de altura.


Cachoeira da Lage
Localiza-se na trilha que une Ponta de Sepituba à Praia do Bonete, são pelo menos 30 km de caminhada. O visitante pode encontrar 30 m de escorregador natural e vários poços. Seguindo o ‘’caminho das águas’’ é possível chegar ao ponto onde o rio deságua no mar.

Esporte-Ilhabela

Esportes -Ilhabela


Além das infindáveis belezas naturais o arquipélago também se destaca pela pratica de esportes. Em meio a tantos rios, cachoeiras, matas e montanhas, Ilhabela torna-se cenário ideal para a pratica esportiva seja na terra, na água ou no mar. Devido aos ventos fortes que sopram do canal de São Sebastião a ilha ficou conhecida como a capital da vela. Os mistérios do passado podem ser explorados ao mergulhar nas águas do Oceano Atlântico onde são encontradas embarcações naufragadas. Aventura, adrenalina e diversão, essa é a combinação que encontramos em Ilhabela.
Vela

As condições geográficas da ilha e do canal de São Sebastião são favoráveis a pratica de vela. Isso ocorre porque a ilha forma um obstáculo natural com as grandes ondas do mar. E também pelo efeito de canalização dos ventos voltados para o sul formando um corredor entre a Serra do mar e a Ilha com picos de mais de 1.300m. Assim torna-se possível a prática desse esporte em todas as suas modalidades fazendo da região um local de referência mundial aos praticantes. Todo ano durante o mês de julho ocorre há mais de 37 anos a Semana Internacional da Vela de Ilhabela, maior evento da modalidade na América do Sul concentrando cerca de 200 barcos de vela oceânica que chegam às praias do arquipélago para competir.

Projeto Navegar
Implantado em Ilhabela há quase quatro anos, o Projeto Navegar é um exemplo de inclusão social através do incentivo ao esporte. Idealizado pelo velejador lars Grael e viabilizado através de uma parceria entre o Governo Federal e a Prefeitura, o projeto atende a crianças e adolescentes com idade entre oito e 14 anos matriculados na rede pública de ensino. Após o término do curso, que dura cerca de cinco meses, os alunos que se destacam podem continuar se dedicando ao esporte através da Escola Municipal de Iatismo. Foi o que aconteceu com o jovem caiçara Ronyon Silva, aluno do Projeto Navegar que se sagrou Campeão Brasileiro da Classe Optimist.





Arvorismo:
A modalidade surgiu através de biólogos e pesquisadores que constantemente precisavam deslocar-se entre as copas das árvores para intensificarem suas pesquisas de campo. Com o passar do tempo tornou-se uma atividade Eco-turística que promove uma enorme integração entre homem e natureza. Podem ser feitas diferentes formas de travessias entre plataformas instaladas nas copas das árvores. Exige-se do participante muita disposição, capacidade individual para exercitar o corpo e a mente e é claro muita coragem para superar os diversos desafios que podem aparecer no meio do caminho. Como plano de fundo encontra-se a deslumbrante vista da Praia Grande.

Aqualoucos :

Em meio ao cenário deslumbrante da cachoeira da Toca , nos deparamos com Jusineldo Balbino Santana,17, Lucas de Oliveira da Silva, 16 e Joanathan três garotos que compartilham o gosto por emoções fortes e muita adrenalina. Conhecidos como ‘’Aqualoucos’’, eles literalmente surfam nas águas da cachoeira e o que é incrível deslizam de maneira rápida e dificilmente se intimidam diante das rochas escorregadias que podem encontrar no caminho. Eles trocam as praias pela emoção que a nova modalidade proporciona. O esporte tem tido uma boa adesão tanto é que existe até campeonato valendo 200 reais e uma tatuagem todo ano, esse ano acontecerá no dia 15 de Novembro e irá concentrar cerca de 20 participantes que irão passar por 4 fases: descida inicial, descida do tobogã inteiro, sair correndo e depois cair e para finalizar estilo livre. Lucas foi o ganhador do campeonato no ano passado e nos dá a dica do sucesso’’O esquema é manter a perna firme e na hora de cair, sentar’’. Haja coragem!
Mergulho :

Ilhabela é um dos lugares mais procurados por mergulhadores do mundo todo devido à quantidade de embarcações naufragadas em suas águas. O mergulho é a exploração subaquática com garrafas de ar comprimido e equipamento adequado. A Ilha das Cabras, a mais próxima do centro do município é protegida como um santuário ecológico possui fundo do mar favorável ao mergulho. Sua visitação pode ser feita a partir da praia Miúdas numa travessia a nado de mais de 50 m. Outras praias indicadas para mergulhar são: Praia do Jabaquara, Pacuíba, Pedras Miúdas, Portinho, Feiticeira, Julião, Indaiauba, Enchovas, Bonete, Serraria, Fome e Poço.

Trekking:

Caminhada de travessia que utiliza mais de um dia para ser realizada. Os percursos misturam rios, cachoeiras, matas e montanhas realizados dentro do Parque Estadual da Serra do mar. Na maioria das vezes as trilhas ocorrem entre praias e cachoeiras, proporcionando aos aventureiros curtir a natureza bem de pertinho.

Montain Bike:

Ilhabela é conhecida por ser um paraíso para praticantes de bike amadores e profissionais . As subidas e descidas que mais atraem bikers são as da praia de Castelhanos e Bonete.


Pesca:
A melhor estrutura de pesca do Brasil encontra-se em Ilhabela. O município é também conhecido como o maior pólo de pesca da enchova no país e por isso é recomendado o embarque de no máximo 20 delas por dia. A pesca esportiva é realizada próxima das costeiras sul da ilha. As lanchas saem do píer do Perequê ou da praia do saco da Capela.


Rapel:
O passeio começa com uma subida por cordas e inclui mirante, gruta do rapel e passagem por praias paradisíacas. O relevo altamente acidentado oferece diversos locais para a pratica desse esporte como: grandes pedras espalhadas até os gigantes paredões rochosos como as encostas do Pico de Baepi. Para os iniciantes nesse tipo de esporte é indicado o rapel realizado na cachoeira dos Três Tombos, próxima á praia da Feiticeira, imersa na Mata Atlântica. O acesso ao local é feito após caminhada de 20 minutos e a altura é de 30 m, a modalidade não é permitida sem a presença de monitor credenciado.


Rafting:

Atividade repleta de aventuras que desafiam os limites pessoais e coletivos além de unir as belezas de um rio preservado com o verde das matas.


Escalada:
Oferece desde pequenos paredões rochosos ideais para o treinamento de iniciantes até as encostas do Pico Baepi que exige maior nível de dificuldade.

Surf:
Mesmo a pratica do esporte não sendo tão associada a Ilhabela , ainda assim são encontrados no município um dos melhores pontos do litoral paulista com enormes ondas.
Kitesurf:
Novidade em muitas partes do mundo, o kit surf mistura as pranchas de Wind surf com a vela de parasail, alguns dos melhores esportistas brasileiros nessa categoria são nativos de Ilhabela.

Windsurf:


É praticado com uma prancha idêntica à prancha de surf e com uma vela entre 2 e 5 metros de altura e consiste em planar sobre a água utilizando a força do vento.

Arquitetura Ilhabela

Ao observar as ruas de Ilhabela fica bastante nítido o potencial turístico que o município-arquipélago apresenta. Restaurantes, shopping, lojas, hotéis e pousadas compõem uma infra-estrutura moderna, mas o que muitos não sabem é que algumas edificações da região conservam vivo importantes momentos Históricos como, por exemplo, os engenhos da Fazenda da Toca e o Engenho D'Água que ainda exibem suas moendas e outros maquinários que produziram cachaça e melaço até os anos 80 remetendo-nos ao ciclo econômico da cana-de açúcar posteriormente substituído pelo ciclo do café. O Centro Histórico de Ilhabela, conhecido como Vila é o local que mais abriga construções antigas merecem especial destaque a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso, e a antiga Casa de Câmara e Cadeia. Passerar por Ilhabela é um convite que contrasta progresso com natureza exuberante, presente com passado. Sem dúvida uma harmonia perfeita aos mais diversificados gostos.

O estilo arquitetônico e o tipo de material utilizado em cada construção sempre indicaram características culturais e sociais de um povo. Com a chegada dos colonizadores as rudimentares residências de pau-a-pique cobertas com o sapé e mais tarde com telhas, capa e canal também conhecidas como ‘’casas caiçaras’’ foram substituídas por casas feitas em pedra e cal ou pedra e barro implantadas na região pelos segmentos sociais com maior poder aquisitivo. Aos restos construtivos em pedra e cal verifica-se a presença de fragmentos de louça Européia primeiramente oriunda de Portugal e mais tarde com a abertura dos portos a faiança Inglesa ao lado de inúmeros recipientes de vidro além de talheres e outros objetos de metal.

Estilo colonial:
É caracterizado por ter beirais para a proteção de paredes de pau á pique ou taipa das águas pluviais, fachadas lisas devido á impossibilidade do bairro de receber ornamentos no máximo, janelas simples em guilhotina
Estilo barroco :
Possui como marco cronológico o período que se estende de 1600 a 1780 e se caracteriza pela monumentalidade das dimensões, opulência das formas e excesso de ornamentação.

Estilo Eclético:
Caracteriza-se pela mistura de estilos arquitetônicos do passado criando uma nova linguagem que combina elementos da arquitetura clássica, medieval, renascentista, barroca e neoclássica.
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda e Bom Sucesso.
É um monumento em estilo colonial construído pelos escravos entre 1697 e 1718, que utilizaram como principal material a pedra, conchas e o azeite de baleia. Foi inaugurada no ano de 1806 e reformada a meados do século XX por Alfredo Olían, misturando o barroco com o seu estilo original. No seu interior guarda-se um belo painel dedicado a Nossa Senhora da Ajuda.
Praça Professor Alfredo Oleani, Centro
Câmara Municipal A Câmara Municipal de Ilhabela é um edifício em estilo militar construído a princípios do século XX, ano de 1911. Localiza-se no Centro Histórico da cidade.
Antiga Casa de Câmara e Cadeia
Em estilo eclético foi declarada Patrimônio Histórico no ano de 2001.Atualmente abriga o Museu de História Natural de Ilhabela
Praça Coronel Julião de Moura Negrão, Centro

Fazenda Engenho D'água
Localiza-se a menos de 3km do centro da cidade, no bairro de Itaguanduba. Construiu-se no final do século XVIII e foi um dos maiores produtores de açúcar, aguardente, café e arroz de todo o município. Foi tombada pelo Condephaat como Patrimônio histórico no ano de 1945.





Colégio São João:
Foi construído em 1988 teve como primeiro diferencial em seu projeto arquitetônico, que buscou preservar não só os padrões de construção da cidade como também o meio ambiente, evitando o corte de árvores e preservando no terreno elementos da Mata Atlântica que reforçam a conscientização da importância dos recursos naturais
Avenida São João, Perequê.

Artesanato-Ilhabela

Criatividade e muito talento é o que não falta às habilidosas mãos dos artesãos de Ilha Bela que conseguem através de seu trabalho mostrar aos turistas fragmentos de elementos da cultura local de Ilha Bela talhando com matérias primas simples cada detalhe que irão compor peças diversificadas. A produção artesanal não perdeu seu espaço diante dos avanços da modernidade e tem se adaptado as condições atuais utilizando outras matérias-primas além de representar importância econômica e cultural para a região.

Exclusividade

Pelos dedos de Luís Carlos Gonzagua Cardoso mais conhecido com carioca matérias-primas simples como latinhas de refrigerante, fios de telefones, garrafas pet, latinha de desodorante, coquinhos palitinho de churrasco, e de dente são transformados em variadas peças, mas o forte mesmo de carioca são as balsas que realiza baseadas em fotografias ; uma reprodução fidedigna em miniatura delas. Impressionante é percepção detalhista do artista, basta observar atentamente a peça que irá ler a seguinte frase’’Capacidade para 48 veículos’’ e a parte em amarelo que segundo ele é a casa da máquina da balsa. Pela riqueza de detalhes imagina-se que Luís passou horas observando a balsa, mero engano. ‘’Atravessei apenas 2 ou 3 vezes , gravei um pouco na memória e depois fui aperfeiçoando ‘’confessa. A produção delas é sempre feita em série, geralmente são executadas 10. Inicialmente começou a fazer chaveirinhos, imãs de geladeira até perceber que ninguém fazia balsas, aí resolveu fazer a primeira e o sucesso foi tanto que não parou mais. ‘’Hoje o pessoal vem de fora para buscar as peças’’, afirma. O sucesso com elas levou-o a aumentar sua produção fazendo também variedades como o farol e a canoa com o pescador todos encontradas no Espaço do Artesão do qual ele é cooperado.

Sua história com o artesanato começou cedinho e talvez seja uma herança de seu pai que era marceneiro. Quando tinha por volta dos seus 13, 14 anos aprendeu a lidar com as ferramentas. ’’ Inclusive o rapaz que me ensinou a mexer com elas estava fazendo um trabalho comigo e disse que morreria e não conseguiria concretizar o trabalho e foi o que realmente aconteceu’’, explica. Seguindo os passos de seu pai abandonou Olinda, sua terra natal e veio para Ilha Bela trabalhar como Marceneiro onde ficou por 15 dias posteriormente mudou-se para Aparecida e retornou a Ilha Bela, pois recebeu uma proposta de trabalho, mas não deu certo e Carioca passou necessidades, chegou a dormir na rua e passou fome até que conseguiu arrumar dinheiro para alugar um quarto e iniciar a reconstrução de sua vida , começou a fazer bicos, casou-se, mas teve um acidente no pé aí resolveu dedicar-se ao Artesanato e vem sobrevivendo. ’’Ainda não dei a volta por cima, pois passo ainda muito aperto porque brasileiro não dá muito valor para o artesanato, o pessoal de fora dá mais valor’’. Em seu ateliê que é sua casa Carioca passa 10 horas trabalhando e faz cerca de 15 peças por mês.



Ele é daquelas pessoas que tem um espírito de coletividade movido pelas dificuldades que já passou ao longo de sua vida tem o sonho de montar uma escola para tirar as pessoas da rua e dividir seu conhecimento. ‘’Afinal ninguém nasce sabendo, alguém tem que ensinar alguma coisa’’






Arte nas garrafas


No bairro de São Pedro divide espaço com a casa de farinha a arte de Dalma Garcia dos Santos de Assunção, 38. O ambiente é agraciado com o colorido dos desenhos feitos nas garrafas em massa corrida e depois pintados com tinta látex e tinta de gesso.

Dalma aprendeu a pintar sozinha há 4 anos atrás quando passou por uma operação e seu envolvimento com a arte é tão grande que até sua geladeira é decorada com suas próprias mãos, dando um toque muito pessoal ao local. Quando perguntamos sobre suas expectativas para o futuro a artista nos disse que pretende abrir um ateliê e a idéia é tão pertinente que até o nome ela já tem’’Ateliê Dami das garrafas’’.


Espaço do artesão
Ponto de passagem obrigatório a todos aqueles que desejam conhecer um pouco da cultura local através das obras dos artesãos. Lá é possível encontrar embarcações, velas, colares, brincos, bolsas, quadrinhos náuticos, peças de madeira, guardanapos, uma diversidade de cores, formas que deixa nítida o toque pessoal de cada artista. Mesmo com toda essa versatilidade capaz de agradar os mais diversificados gostos há um ponto em comum que é a reutilização de sobras da natureza criando objetos que remetam a cultura local.O espaço funciona em esquema de cooperativa onde ocorre um revezamento e cada cooperado faz seu plantão de 4 horas, ao todo são cerca de 30 integrantes.
Fomos recebidos por Waldemar Barbosa um dos sócios do Espaço do Artesão nascido e criado no município arquipélago está em terras ilhabelenses há 57 anos . Começou com a arte por curiosidade quando era garoto, comprava uma máquina daqui outra dali, possui bastante máquina, máquina hobbie para fazer artesanato para fazer os barquinhos, martelinhos, canhões da ilha, os quadrinhos náuticos, mas agora ele ficou sócio da lojinha quanto mais artesanato fizer melhor. Suas principais produções são : barcos típicos de pesca todo de madeira feito em casa, a maioria das peças são feitas de madeira só a bandeira que é de papel, ele não gosta de colocar resina porque tira um pouco o valor. ‘’Uma peça demora 1 semana para ser feita porque a gente tem outras coisas para fazer, se viver só de barcos ficamos a ver navios ‘’.

Nem sempre ganhou o pão com a habilidade de suas mãos. Trabalhou como embarcado que são navios da Petrobras em alto-mar depois aposentou em 1997 aí começou a fazer só artesanato, mas já fazia antes e comercializava.

Não dá para viver só com o dinheiro do artesanato, ele é aposentado desde 1997 então tem seu salário, seu plano médico devido a sua vida anterior. ’’ É um hobbie, mas ajuda, não vive disso mais ajuda e ajuda a mente ’’. Quem compra mais são turistas não os gringos, ele tem vendido muitos barcos agora naquela época do ano sem gringo, sem navio, sai muito, os barquinhos vendem muito. Preços: 200,00 menorzinho por 90,00 ali é típico de pesca é uma traineira, tem os barcos de esporte, os barcos de mergulho , tem um veleiro com velas de madeira que já vendeu ‘’É tudo feito em casa, eu não compro nada para colocar, a única coisa que eu coloco é a corda’’. Tem que ter o barato e o mais sofisticado o baratinho deve compensar o maior.


Habilidade e Consciência social


Conhecido por seus belos barquinhos montados com uma pinça dentro de garrafas que paralisam os olhos principalmente das crianças, Luís Alberto Suñiga nos recebe em sua casa onde tem o privilégio de trabalhar rodeado pelos encantos da natureza. A frente de sua residência podemos avistar o mar e no quintal o cair das águas cristalinas de uma cachoeira.Uma combinação mais do que agradável a inspiração de um artista.


Nascido em Santiago no Chile Luís saiu de sua terra natal aos 20 anos de idade, foi para Bolívia onde ficou por 4 anos. Antes de viver do artesanato ele era cozinheiro marítimo e nas férias que teve veio para São Paulo na casa de um amigo em Perdizes aí em um domingo foi conhecer a feira de artesanato e artes do MASP e de tão vidrado que estava com o que via empolgou –se com a idéia de fazer algumas peças e resolveu no dia seguinte comprar ferramentas, motorzinho, pinça comprida, nessa época ela tinha 30 anos. Esse foi o motim, mas a simpatia de Luís pelas Artes é muito mais antiga quando tinha apenas 8 anos de idade ele fez um jogo de cozinha para sua mãe nas aulas que tinha da matéria Artes Manuais e aos 10 anos adorava fazer barquinhos bem rústicos de madeira. ‘’Começou como uma espécie de terapia ocupacional, hoje é meu ganha pão’’, explica. Aprendeu tudo sozinho e diz que hoje tem condições de fazer qualquer modelo.

Faz 31 anos que Luis está em Ilha Bela.Inicialmente foi morar no bairro do Perquê e nessa época fazia alguns barquinhos , remos somente como hobbie. Atualmente sua relação com o Artesanato mudou e passou a ocupar um espaço muito maior em sua vida. Esse talentoso artesão sofria de Diabete e devido à doença começou a ter problemas de má circulação e infelizmente perdeu as pernas. Após essa perda não tinha mais condições de trabalhar como antes, aí então resolveu dedicar-se plenamente a arte de talhar com as mãos. ‘’Hoje em dia tenho muito mais condições de fazer coisas do que quando eu tinha 2 pernas’’, revela.

Luís fica tão concentrado com a produção que ele quase não sai de casa, apenas uma ou duas vezes por mês, o pessoal sempre o encontra em seu domicílio porque ele está trabalhando. Os barquinhos são produzidos em série. ’’Nunca faço menos de 10 em garrafa grande e nunca menos de 5 em garrafa menor’’. O barco dentro da garrafa é um tipo de quebra-cabeças. Primeiro ele dá o formato, depois as peças são descoladas, trabalhadas, verniçadas, pintadas depois são colocando peça por peça dentro da garrafa, é feita a limpeza com Bombril e arame e o último procedimento é a quebra de um pedaço de imã que é jogado dentro da garrafa e depois choacolhado para evitar que permaneçam lascas de Bombril que venham a enferruchar com o tempo.


Para ele Ilha Bela é um lugar lindo, maravilhoso. ’’Se tem um lugar do paraíso no mundo é aqui’’, explica. Mas em relação a seu trabalho existe um problema, trabalha-se muito durante para vender na temporada que dura apenas 3 meses então acaba não sendo suficiente para se manter durante o ano todo. ‘’Mas para mim o mais importante é que posso trabalhar’’. Luís tem em mente a concretização de um projeto social em parceria com a prefeitura com o objetivo de dar um curso de Artesanato e Marcenaria para um grupo de 15 a 20 crianças carentes.

Gastronomia-Ilhabela

Menu para todos os paladares


Algumas tradições resistem ao tempo, ou melhor, nesse caso á mesa como a culinária caiçara. Por trás do peixe, farinha de mandioca e banana, uma combinação que sobreviveu aos séculos, muitos aspectos históricos vem á tona. Bem, quando o assunto é gastronomia Ilhabela possui variedades para todos os gostos, que vão desde saborosos peixes e frutos do mar típicos das cidades do litoral até as delícias da culinária internacional.


No arquipélago é possível encontrar restaurantes que conseguem aliar sabor e diversidade de ingredientes em ambientes favorecidos pelas belezas naturais. A arte da gastronomia faz parte da lista dos inúmeros atrativos encontrados em Ilhabela. Pelas mãos criativas dos cozinheiros locais, ingredientes simples, transformam-se em pratos finos e suculentos. A maioria á base de peixes como anchova, tainha, salmão, badejo e atum. Em muitos casos, eles são utilizados nos deliciosos sushis oriundos da terra do sol nascente que por sinal faz muito sucesso na região. Alguns peixes são comprados no arquipélago como a anchova, mas a maioria é importada como o atum, a tainha e o salmão que vem do Chile. O tempo ideal para preparar o sushi são 2 dias após o descongelamento; caso o peixe seja apenas limpo e depois congelado ele não é bom para virar sushi, torna-se ideal para ser frito. Isso porque fica quebradiço, não permanece uma fatia uniforme. O lombo e as pontas são duas partes do salmão que não servem para fazer prato. O atum também, depois de ser limpo, tem uma vida de 2 dias porque perde a cor e quando servido cru ele não pode perder a tonalidade. A tainha, por exemplo, é tirada do mar, aberta e depois disso pode ser comida crua sem problema algum.

Desperdício e falta de criatividade são duas coisas que passam longe das mentes dos gourmets da região. Quando os peixes ultrapassam o tempo ideal para virar sushi aliados a outros ingredientes tornam-se pratos de dar água na boca. O salmão, por exemplo, junto com o purê de mandioquinha, coberto com molho de maracujá e azeite tem agradado os mais diversificados paladares. Outra alternativa bastante criativa e deliciosa que pode ser encontrada em Ilhabela é uma adaptação a culinária local levando os peixes á grelha como se faz a tradicional picanha. Os peixes são ingredientes que dão base a muitos dos pratos na região, mas receita para a diversidade e qualidade inclui algumas pitadas de criatividade e outras de singularidade de quem prepara o menu.

Azul Marinho

Se você está procurando um prato que remeta ao passado e seja tradicional da culinária caiçara não deixe de experimentar o azul-marinho, uma deliciosa mistura de peixe, banana e pirão . No litoral há muitos lugares onde é possível degustar o prato.

Conversamos com Francisco Dias de Claro que trabalha há 3 anos em um restaurante de Ilhabela que serve a iguaria e ele nos explicou sobre a tradição do prato. As informações que nos passou obteve através do relato dos caiçaras. Sua criação surgiu da necessidade de guarnições para complementar a refeição tanto no almoço como no jantar, daí, foi adicionada a banana ao peixe que era farto. O ideal é que a banana seja da terra, verde, pois é ela que dá o diferencial e segundo reza a lenda o que dava cor ao prato nem era a fruta e sim a nódoa que ela soltava, pois tinha o talo da folha de bananeira, dava-se um corte, jogava dentro da panela e isso um tingido, mas é bem difícil encontrar azul-marinho da cor original, geralmente acha-se um azul disfarçado.

Tradição de família
As empadas feitas por Adriana dos Reis Oliveira são de encher não apenas aos olhos como principalmente o estômago. Desde a década de 80 que o salgado vem fazendo sucesso entre turistas e ilhéus da região.
Tudo começou em 1967 quando foi aberto o estabelecimento que no início era uma mercearia, funcionou assim até 1981 quando o tio de Adriana que tinha um restaurante em São Sebastião veio trabalhar com seu pai no local e começou a introduzir salgados e porções. Ele permaneceu por um tempo em Ilhabela e depois retornou a São Sebastião, nesse momento, quem colocou a mão na massa e deu continuidade aos quitutes foi sua mãe, e de 4 anos para cá, foi Adriana quem assumiu o cargo.
A receita passada de gerações tem agradado muito os paladares, prova disso é o resultado positivo nas vendas das empadas. Em um fim-de-semana movimentado de feriado são vendidas cerca de 150 , 170 e no réveillon quase 300 por dia. O forte da casa são as de camarão porque as tradicionais de palmito e frango são mais fáceis de encontrar. Impossível é provar e não repetir a dose!


Fusão Brasil- Itália

A gastronomia é uma cultura muito antiga que sempre esteve ligada a aspectos políticos e sociais. Quando os imigrantes italianos chegaram ao Brasil trouxeram na bagagem muitos de seus costumes principalmente alimentares. Em Ilhabela quando a pedida é manjar uma bela massa, opções não faltam. E o que é melhor aqueles que desejam se entregar ao prazer da gula, mas não querem aumentar os números da balança podem deliciar-se com as opções de massa integral ou sem glúten que alguns restaurantes oferecem, vinhos diversificados para acompanhar os pratos também não faltam.
Receita:

CONCHIGLIE AL SALMONE UBRIACO

Receita individual (multiplicar pelo número de pessoas)

80g de massa de grano duro tipo conchinha
2 filés de salmão fresco com cerca de 50g cada
1 colher de sopa de manteiga sem sal
1 colher de sopa de amêndoas peladas e picadas
1/2 laranja pelada e cortada em cubinhos
1/2 colher de sopa de Cointreau
1/2 colher de sopa de Amaretto
1 colher de sopa de caldo de legumes
1 colher de sopa de creme de leite fresco
Sal e pimenta-do-reino
Cebolinha picada
Pimenta rosa